domingo, 25 de julho de 2010

Política Mundial

Desde que aconteceram os atentados de 11 de Setembro temos sido bombardeados com muitas e diferentes posições sobre o mesmo tema, que nos intoxicam e deturpam as ideias e pensamentos sobre uma nova ordem de Política Mundial.
Longe das vagas das teorias da conspiração que pululam na internet, podemos contudo começar por pensar que poderá não ser assim como nos contam.
As verdades escritas da história dum passado muito longe de estar esquecido, estão recheadas de factos que provam a demência daqueles que por vezes são colocados na mais alta cadeira do poder, com resultados trágicos para a Humanidade.
Vamos levantar as questões que eu acho pertinentes.
• Quais os verdadeiros interesses que estão por detrás das intervenções militares no Afeganistão e Iraque? Porquê passados quase 10 anos ainda não se vislumbra uma qualquer solução no horizonte?
• Será que os atentados de 11 de Setembro o foram na realidade, ou apenas um meio para uma expansão imperialista de modo a controlar interesses estratégicos dos poderosos grupos empresariais e económicos?
• Porque será que as intervenções efectuadas ao abrigo de acordos bilaterais e internacionais para a erradicação da produção de drogas, depois de quase 25 anos ainda não têm qualquer efeito prático sobre o comércio dessas substâncias, antes pelo contrário?
É preciso lembrar que o comércio mundial de drogas é o mais rentável, logo a seguir à venda de armamento. E o petróleo continua a ser a força motriz de grande parte dos conflitos no mundo.
Porque não aparecem nos meios de comunicação social vozes discordantes com o politicamente instituído, ou estamos já sintonizados para funcionar segundo a mesma frequência?
O colapso da antiga União Soviética veio criar um vazio politico que foi aproveitado pelo governo dos EUA para alongar a sua esfera de influência. Agora estamos todos no quintal dos governantes e empresários americanos, não para partilhar do tão apregoado sonho, mas para entregarmos o que de bom temos para dar, a bem ou a mal, e receber o direito a limpar os restos da festa, quer queiramos ou não.
A humanidade nunca esteve tão perto da desumanização, a falta de ideologia e de perspectivas de futuro, o isolamento dentro de si própria, a individualização.
A individualização torna-nos vulneráveis e desprotegidos.
A falta de ideais descaracteriza a evolução humana. Nunca estivemos tão perto de voltarmos aos primórdios da evolução humana, o homem das cavernas.
A união, organização e disciplina entre os povos, os ideais ou os anseios das populações sempre foram os melhores meios para as grandes vitórias.
Lemas como “ O povo unido jamais será vencido”, “Povos de todo o Mundo, uni-vos” foram votados ao esquecimento, mas continuam a estar mais actuais do que nunca. E os interesses pessoais sobrepuseram-se aos interesses colectivos.

2 comentários:

  1. Como dizem os espanhóis:"No lo creo en brujas, pero que las hay, hay..."
    a questão é essa mesmo, o povo recebe a formatação imposta pelos Poderes, sem se dar seqer ao trabalho de levantar a cabeça e olhar em volta.

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