Ontem vi nas notícias um assunto que vou gostar de abordar, o fanatismo que se esconde por detrás do Islão.
Um ataque cruel e sanguinário a uma coluna humanitária composta por médicos e enfermeiros, de diferentes nacionalidades mas maioritariamente americanos.
A reivindicação deste bárbaro massacre foi efectuado por Talibans, esses cruéis combatentes, violentos e sanguinários que se escondem sob a capa do Islão, na sua forma mais radical.
Não questiono a legalidade da sua luta para a libertação do seu pais, pois todos os povos têm direito a viver sob uma bandeira, num país e com determinado regime, é essa uma das bases das democracias ocidentais.
É de facto condenável o ataque a civis mesmo que estranhos em terras estrangeiras, que certamente fazem o seu melhor em prol de outros civis, inocentes desprotegidos e vitimas de um conflito indefinido de interesses.
Agora o que acho deveras preocupante é um pequeno excerto da reivindicação onde os acusava de serem “cristãos”.
Quando sabemos que o conflito entre os países islâmicos e o Estado de Israel tem por base as intolerâncias religiosas e poderio militar israelita, sabendo o que provoca nas populações indefesas e vitimas inocentes dum conflito onde os que mais beneficiam não se envolvem directamente nisso.
Passando esta luta para a esfera esotérica, o facto de serem ocidentais e cristãos e como tal passíveis de serem chacinados cruelmente, deve fazer pensar os dirigentes das democracias ocidentais sobre o que fazer com os crescentes núcleos islâmicos que crescem e proliferam em todos os países ocidentais. Estes mesmos países que criam estruturas e aprovam as liberdades religiosas a todos os seus cidadãos, estão “a alimentar a fera que os há-de devorar”.
Baseados num crescente fanatismo religioso, imbuídos de intolerância para com outras ideologias, elas põe a nu as fragilidades da nossa sociedade, para eles as democracias ocidentais são estátuas de bronze com pés de barro.
Mesmo nos países amigos do Ocidente será que é admissível professar a religião cristã? É que nem sequer ponho a questão sobre o Judaísmo. Contudo, nos nossos países existe essa partilha dos mesmo espaços, com incidentes pontuais manifestando o crescente ódio entre religiões que afinal têm em comum a sua origem.
O que nos obriga a tolerar nas nossas casas pessoas que pretendem, seja a bem ou a mal, converter-nos a uma religião que não queremos?
A reciprocidade de tratamento, não é um direito democrático nem cristão, mas deverá ser uma exigência politica, para desenvolver e adequar as nossas democracias aos povos que querem vir para os nossos países e não respeitam quer o nosso modo de viver, nem a nossa evolução enquanto seres humanos.
Recordo uma questão levantada pelos mídia franceses sobre a questão da proibição do uso das burkas pelas mulheres muçulmanas. Porém, ninguém abordou o facto que todas as mulheres ocidentais são obrigadas a usar essa indumentária durante visitas aos países islâmicos.
Porque não existem vozes mais fortes sobre o tratamento a que as mulheres muçulmanas estão sujeitas, para além de uns tímidos sussurros?
Porque é que temos de insistir no cumprimento escrupuloso das regras a que nos impusemos e que com elas desenvolvemos uma sociedade e não nos revoltamos com o tratamento que esses mesmos povos nos dão?
Ou estamos reféns desses povos e subsequentemente subservientes à sua vontade, ou ainda não conseguimos aprender nada com a “Crise do Petróleo de 1973”.
É necessária rápida e urgentemente uma mudança nas bases da nossa civilização, reforçando-as e consolidando-as, para que a nossa “estátua de bronze” não se desmorone por falta de pés.
Os princípios das democracias ocidentais estão a precisar de reforma, ou isso ou aceitamos de boa vontade uma conversão ao Islão.
no islão, maomé assassinou o próprio allah original, deixando-o sem fala e sem espírito.
ResponderEliminarPior.
Antes, assassinou-lhe O Filho, a Família, os amigos e todas as entidades espirituais boas(a malta porreira), tipo santos, anjos, arcanjos e outros.
Ainda pior.
No islão, maomé só deixou o diabo à solta.
No islão, Deus não existe e só existe satanás.
Quando algo existe, por ínfimo que seja, esse algo é fonte infinita de informação, veja-se o caso dos quarks, e informação é o conteúdo de mensagens.
maomé disse claramente no curão que não haveria nem mais mensageiros nem mais mensagens de Deus e que Deus no islão, nem sequer tinha espírito.
Uma entidade que não fala nem tem espírito está pior que estragada.
Noutras partes, maomé disse que o seu allah( que tudo indica que este allah maometano seja o super diabo disfarçado, fez satan, deu permissão a satan e só deu a satan.
Em verdade, só fora do islão pode haver vida e entendimento.
Concordo plenamente, mas os politicos na sua globalidade estão presos a algum preconceito ou tão dependentes do petróleo que os impede de decidir com razão.
ResponderEliminarÉ apertar os cojones aos políticos, se eles ainda os tiverem, claro.
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