Os partidos da Oposição ainda acreditavam que a Despesa inserida no Orçamento Geral do Estado para 2011 fosse reduzida, quando o Executivo jura pela alma dos falecidos que não tem mais por onde cortar?
Então porquê a surpresa de tamanho aumento da carga contributiva sobre os mais desprotegidos?
Mas mesmo que pudesse cortar nas Despesas, que acho que pode, depois de teimar que não há mais por onde cortar, alguém pensaria que iriam cortar em alguma coisa?
É muito mais fácil ir aos bolsos do Zé Povinho, porque mesmo o Imposto Extraordinário sobre as Reformas e Pensões acima de 5.000,00€, só na parte excedente, não deixa de ser uma brincadeira.
Se alguém receber 6.500,00€ de Reforma, ser descontado em 150€ é alguma coisa?
Agora se receber um vencimento de 900,00€ e ver acrescido os descontos em 40,00€, aí sim, causa muito mais dano, porque esses 40,00€ vão para pagar uma qualquer despesa familiar.
O Executivo está a brincar com a vida das pessoas e dos contribuintes em geral. Para apresentar um Orçamento com estes parâmetros é sintoma que o Governo está à deriva, assim sendo, é preferível desde já acabar com toda a palhaçada e entregar o País ao FMI, pois de qualquer modo vamos todos ser espoliados até ao último cêntimo.
E enquanto há ponta por onde pegar…
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