sábado, 28 de novembro de 2009

Mas aumentam ou não?

Gostava de saber se o facto de não se aprovar uma correcção ao sistema contributivo, que irá prejudicar o Estado em 2300 milhões de euros segundo palavras de membros do executivo da nação, é ou não um aumento de impostos? Como se poderá aumentar a receita do Estado, alimentado por uma máquina fiscal, senão por meio de aumentos contributivos?
Mais uma vez, os nossos governantes deitam serradura para os olhos dos portugueses!
Em linguagem de gestão de mercearia, se não há dinheiro em caixa, devem eliminar-se despesas desnecessárias, tão simples como isso. Mas algum governante, ou parlamentar, vem chamar a atenção ao despesismo do governo socialista?
Para alimentar uma máquina pesada e gulosa como o Estado Português, não deveria apostar-se antes na contenção e racionalização das receitas fiscais, de costumada sensatez, ou será preferível assaltar o cotão bem no fundo dos bolsos dos portugueses, para cobrir as despesas feitas sem objectivo concreto e avulso?
Queixam-se os nossos governantes da falta de encaixe financeiro para cobrir despesas, mas não conseguem definir em concreto, com uma exactidão que a matemática proporciona, segundo o sr. ministro das Finanças sem ideia sequer, de quanto já foi despendido para cobrir o buraco financeiro do BPN e BPP, feitos por particulares em empresas privadas, e onde os principais lesados continuam, continuam a ser os mais prejudicados. Então, para onde vai o dinheiro?
A existir controle nos gastos, de certeza que iria sobrar dinheiro em caixa!

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