Depois de uma ausência maior do que a desejada, volto à blogosfera para exprimir a minha opinião sobre um tema controverso,
as minorias étnicas e a violência urbana.
Tal como sucedeu num passado recente em França, surge agora o mesmo fenómeno na Grã-Bretanha.
Os actores embora diferentes apresentam situações comuns, são pertencentes às minorias étnicas, maioritariamente dependentes da segurança social, com demasiado tempo ocioso para poder vandalizar, roubar ou destruir o objecto da cobiça.
Deixando de parte a xenofobia ou o racismo primário, temos de constatar que é um facto que a Europa terá de mudar a sua politica social, deixar de lado os ideais sociais, esquerdistas e pseudo – vanguardista , em que aqueles que dessa politica beneficiam são aqueles mesmos que o querem destruir.
Memo no nosso cantinho à beira mar plantado, denota-se que a violência e delinquência tem por base os desenquadrados socialmente, os pertencentes ás minorias étnicas ou mesmo os emigrantes oriundos da pior expansão da Comunidade Europeia para leste.
Em África, não existindo essas ondas de violência por parte das minorias de pele clara, (sem qualquer conotação racista, entenda-se) existe e sente-se por todo o lado o pendor racista daquela intolerância pelos novos representantes dos antigos colonizadores. Quando na verdade, os principais culpados dos atrasos nos desenvolvimentos económico e social não dão a cara ou acusam terceiros para desviar atenções, ou criam distracções para intoxicação da opinião pública.
Mas se por acaso, vamos supor que teriam lugar acções violentas e destrutivas num pais qualquer na África a sul do Saara, imaginam o que sucederia?
Tal como no Médio Oriente, se continua a falar das novas cruzadas, e das antigas como se tivessem acontecido na semana anterior.
Por todo o lado se sentem manifestações contra as civilizações ocidentais, não isentas de pecados (como todas as outras existentes no mundo), mas só as culturas ocidentais, europeias e americana são consideradas os maus da fita. Precisamente aqueles que atribuem aos desamparados e desprotegidos, não nativos desses países, os benefícios dos estados sociais, que todos os nacionais não terão em grande parte acesso, não por lhes ser negado o acesso mas porque fazem uma coisa que a grande parte das minorias não fazem, trabalhar para o desenvolvimento da sua nação.
Entramos num dilema absoluto, de se querer proporcionar condições minimamente dignas de sobrevivência, com todas as implicações e pressões sobre a tão apregoada contenção de despesa pública, a ocorrer por toda a Comunidade Europeia, por outro lado a destruir aquilo que é o principal ideal das nossas democracias, as nossas propriedades, sejam elas móveis ou imóveis.
Será que devemos tolerar convidados em nossa casa (entenda-se país!) indivíduos que só querem destruir ou roubar aquilo que possuímos?
Com que direito um bando de insurrectos invejosos e violentos terá para destruir algo que é do domínio público ou privado?
Teremos de tomar atitudes mais drásticas e fechar as portas aos “desgraçadinhos” terceiro-mundistas e deixá-los a vandalizar os seus próprios países? Provavelmente isso seria desgraçadamente a construção dum castelo chamado Europa. Mas a história se encarrega de provar por acontecimentos cíclicos e repetitivos que as civilizações são sempre destruídas por culturas inferiores, e foram tantas civilizações absorvidas por outras menos evoluídas.
Para mim, justiça que seja justiça só seria feita com o pagamento integral dos prejuízos causados aos sectores públicos ou privados por parte daqueles que estragam, roubam ,pilham ou destroem tudo o que não lhes pertence. Ou isso, ou recambiá-los para o local das suas origens, quer sejam de segunda, terceira ou enésima geração.
Tal como nos dias de hoje, um individuo de pele clara (branco ou mesmo mulato) não é e nem pode ser africano… apesar de serem nascidos em África, só é africano aquele que tiver a característica étnica peculiar dos africanos, a pele negra.
E eu digo isto, porque sei!