terça-feira, 3 de abril de 2012

Apoios Sociais

Apoio social

Governo acusado de "preconceito ideológico" ao limitar acesso ao RSI
In PUBLICO em 3/04/2012

É preconceito ideológico acabar com o subsidio à preguiça?
É preconceito ideológico acabar com o subsidio ao crime?
É preconceito ideológico acabar com o subsidio à mendicidade?

Basta refletir sobre quem maioritariamente vive de subsidio e qual a ocupação que faz dos muitos tempos livres ao dispor, para se verificar se será preconceito ideológico ou será um erro a existência de tal subsídio.
Se alguém num passado recente errou, porque não a assunção de tal erro? Mesmo assim continuaria impune tal erro, ou será porque os políticos nunca erram?
Ou é uma vã tentativa de desviar as atenções para outras direcções?
Ou porque quem criou a Portaria regulamentadora está em situação oposta à do Governo?

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Governo acusado de "preconceito ideológico" ao limitar acesso ao RSI
In PUBLICO em 3/04/2012

É preconceito ideológico acabar com o subsidio à preguiça?
É preconceito ideológico acabar com o subsidio ao crime?
É preconceito ideológico acabar com o subsidio à mendicidade?

Basta refletir sobre quem maioritariamente vive de subsidio e qual a ocupação que faz dos muitos tempos livres ao dispor, para se verificar se será preconceito ideológico ou será um erro a existência de tal subsídio.
Se alguém num passado recente errou, porque não a assunção de tal erro? Mesmo assim continuaria impune tal erro, ou será porque os políticos nunca erram?
Ou é uma vã tentativa de desviar as atenções para outras direcções?
Ou porque quem criou a Portaria regulamentadora está em situação oposta à do Governo?

domingo, 4 de março de 2012

CONTINUAÇÃO DO CANSAÇO!

Este E-mail que circula na Inglaterra com TANTA VERDADE NESTE CONTEUDO , QUE ATÉ DÓI !

Os muçulmanos nao estao felizes

• Eles nao estao felizes em Gaza.

• Eles nao estao felizes na Cisjordânia.

• Eles nao estao felizes em Jerusalém ...

• Eles nao estao felizes em Israel.

• Eles nao estao felizes no Egito.

• Eles nao estao felizes na Líbia.

• Eles nao estao felizes na Argélia..

• Eles nao estao felizes em Tunis ....

• Eles nao estao felizes em Marrocos.

• Eles nao estao felizes no Iêmen.

• Eles nao estao felizes no Iraque.

• Eles nao estao felizes no Afeganistao.

• Eles nao estao felizes na Síria.

• Eles nao estao felizes no Líbano.

• Eles nao estao felizes no Sudao.

• Eles nao estao felizes na Jordânia ....

• Eles nao estao felizes no Ira.

Onde os muçulmanos estao felizes?

Eles estao felizes na Inglaterra.

Eles estao felizes na França.

Eles estao felizes na Itália.

Eles estao felizes na Alemanha.

Eles estao felizes na Suécia.

Eles estao felizes na Holanda.

Eles estao felizes na Dinamarca.

Eles estao felizes na Bélgica.

Eles estao felizes na Noruega.

Eles estao felizes em U.S.A.

Eles estao felizes no Canadá.

Eles estao felizes na Romenia.

Eles estao felizes na Hungria.

Eles estao felizes na Austrália.

Eles estao felizes na Nova Zelândia.

Eles estao felizes em qualquer outro país no mundo que nao está sob um governo muçulmano.

E quem eles culpam?

• Nao o Islam.
• Nao a liderança deles.
• Nao a si mesmos.

Culpam os países onde estao vivendo livremente e bem.

Isso é tao verdadeiro ... A democracia é realmente boa para eles:

Em uma democracia que eles podem viver confortavelmente, aproveitar a alta qualidade de vida que eles nao construíram e nem trabalharam para ter. Podem manter seus costumes, desobedecem às leis, exploram os serviços sociais, fazem paródias de nossa política e de nossos tribunais. Geralmente, mordem a mao que os alimenta.

A questao é contraditória, paradoxal ! Eles tentam trazer seu sistema de vida falido e querem transformar os países que os acolheram no país que abandonaram em busca de uma vida melhor ....? Dá para entender???????????

(fim de transcrição)

E mais comentários para quê?
Bill Cosby "I'm 74 and Tired" (Born July 12th. 1937)

"Tenho 74 anos e estou cansado"


Este deveria ser leitura obrigatória para cada homem, mulher e criança na Jamaica, Reino Unido, Estados Unidos da América, Canadá, Austrália, Nova Zelândia e Portugal, a todo o mundo...

Tenho 74 anos. Excepto num breve período na década de 50 quando fiz o meu serviço militar. Tenho trabalhado duro desde que eu tinha 17 anos, excepto por alguns graves desafios de saúde. Tinha 50 horas por semana e não caí de doente em quase 40 anos. Tinha um salário razoável, mas eu não herdei o meu trabalho ou o meu rendimento, e eu trabalhei para chegar onde estou. Dado o estado da economia, parece que a reforma foi uma má idéia. E estou cansado. Muito cansado.

Estou cansado de que me digam que eu tenho que "espalhar a riqueza" para as pessoas que não tenham a minha ética de trabalho. Estou cansado de que me digam que o governo fica com o dinheiro que eu ganho, pela força se necessário, para dá-lo a pessoas com preguiça para ganhá-lo.

Estou cansado de que digam que o Islão é uma "religião da paz", quando todos os dias eu leio dezenas de histórias de homens muçulmanos matar as suas irmãs, esposas e filhas para "honra" da família; de tumultos de muçulmanos sobre alguma ligeira infracção; de muçulmanos a assassinar cristãos e judeus porque não são"crentes"; de muçulmanos queimando escolas para meninas; de muçulmanos apedrejando adolescentes vítimas de estupro, até a morte, por "adultério"; de muçulmanos a mutilar o genital das meninas, tudo em nome de Alá, porque o Alcorão e a lei Shari diz para eles o fazerem.

Estou cansado de que me digam que em nome da "tolerância para com outras culturas" devemos deixar a Arábia Saudita e outros países árabes usarem o nosso dinheiro do petróleo para financiar mesquitas e escolas 'madrassa' islâmicas para pregar o ódio na Austrália, Nova Zelândia, Reino Unido, Estados Unidos e Canadá, enquanto que ninguém desses países estão autorizados a fundar uma sinagoga, igreja ou escola religiosa na Arábia Saudita ou qualquer outro país árabe, para ensinar amor e tolerância ..

Estou cansado de que me digam para eu baixar o meu padrão de vida para lutar contra o aquecimento global, o qual não é sequer permitido debater...

Estou cansado de que me digam que os toxicodependentes têm uma doença, e eu tenho que ajudar no apoio e tratá-los, pagar pelos danos que eles fazem. Acaso foi um germe gigante, a sair correndo de um beco escuro, agarrá-los, e enchê-los de pó branco pelo seu nariz ou enfiar uma agulha em seu braço enquanto eles tentavam combatê-lo?!

Estou cansado de ouvir ricos atletas, artistas e políticos de todas os partidos falarem sobre os seus erros inocentes, erros estúpidos ou erros da juventude, quando todos sabemos que o eles pensam é que os seus únicos erros foi terem sido apanhados.

Estou realmente cansado de pessoas que não assumem a responsabilidade pelas suas vidas e ações. Estou cansado de ouvi-los culpar o governo, a discriminação, a economia e a falta de equidade social - de facto, eles não durariam muito mais numa sociedade de verdadeira equidade social...

Eu também estou cansado e farto de ver homens e mulheres jovens e adolescentes serem "doca" de tatuagens e pregos na face, tornando-se não-empregáveis e reivindicando dinheiro do governo, como se de um direito se tratasse.

Sim, estou muito cansado. Mas também estou feliz por ter 74 anos .. Porque não vou ter de ver o mundo nojento que essas pessoas estão preparando. Eu só estou triste por minha neta e os seus filhos.

Graças a Deus, estou no caminho de saída e não no caminho de entrada...

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

O Fim das Industrias Nacionais

O encerramento adiado e já previsto dos Estaleiros Navais de Viana de Castelo vai representar o fim anunciado da industria nacional. Em breve, muito em breve, toda a já reduzida importância da industria pesada portuguesa vai passar para os grandes fabricantes da Europa Central.
Começou-se pela industria têxtil, desmembrando as grandes empresas primeiro, e paulatinamente uma após outra, até chegar às pequenas empresas familiares.
Depois foi todo um comércio local, de proximidade, cuja oferta junto das famílias foi substituída pelos grandes grupos comerciais e financeiros, que estrangularam, dominaram e que os absorveram por fim. Com toda a panóplia de gestores que só olham ao lucro e sem qualquer remorso na contribuição directa do encerramento de centenas de milhares de pequenos negócios, bem como na redução indirecta da produção e comercio de produtos de primeira necessidade de origem nacional. Tudo a bem um pretenso beneficio do consumidor, mas cujo engrandecimento é-o efectivamente nos grandes produtores agrícolas europeus e mundiais.
A nossa faina pesqueira foi desapoiada e incentivada ao abate dos navios, abrindo as portas dos nossos recursos às grandes frotas dos nossos “parceiros” europeus.
A qualidade reconhecida das nossas composições ferroviárias extinguiu-se com o encerramento da SOREFAME, substituída pela industria dos TGV, criando emprego e riqueza, mas em França e na Alemanha.
Os estaleiros de LISNAVE, encerraram por motivos de especulação imobiliária, por uma gestão plena de incompetência , mais interessada na possibilidade de construção de arranha-céus, do que tornar competitiva e produtiva a empresa.
Vai seguir-se o restante tecido industrial pesado nacional. Mas quais são os interesses subjacentes que motivam governos, empresários, gestores, sindicatos e trabalhadores, todos no seu conjunto, que combinam em conjunto a completa destruição das grandes empresas nacionais.
Todos, mas todos no seu conjunto, contribuíram ou estão a contribuir para o empobrecimento nacional.
Que futuro poderá ter um país, sem grandes empresas de referencia?
Sim, porque agora vai começar o assalto às ultimas grandes empresas nacionais, TAP, EDP e CGD, por parte dos grandes grupos financeiros europeus, ficando a nossa economia cada vez mais dependente dos favores duma Europa cada vez menos solidária, enfraquecendo e dominando os frágeis países periféricos, alimentados por um suposto apoio ao desenvolvimento, falsamente sustentado e caprichosamente dependente dos grupos económicos mundiais e europeus.
Vamos limitar-nos a vender na Comunidade Europeia produtos agrícolas, com uma agricultura limitada à produção insuficiente de frutas, de vinhos de grande qualidade? Vamos limitar-nos às pequenas produções e deixar os grandes e lucrativos negócios, esses mesmo que vão ter influencia directa no PIB para os donos da Europa?
Todas as directivas comunitárias, apontam sempre num sentido, deixando os pequenos países como o nosso, dependentes de pequenas fatias de mercado, sempre e só as sobras dos grandes negócios.
Com tudo isto, o que nos vai restar? O sol? As praias? Sermos bonzinhos e termos umas paisagens que por sinal até ficam bem nas fotos de recordação?
Sim, mas tudo isso não vai chegar para pagar o monstruoso passivo económico existente, nem depois vai ser capaz de gerar riqueza e emprego para todos os portugueses, nem irá ser capaz de manter uma estabilidade e sustentabilidade de desenvolvimento económico-social, porque simplesmente nessa altura não vai haver nada para fazer, ou como diz o povo, está tudo pronto para ser comprado. Restará saber com quê?

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Violência urbana, que fazer?

Depois de uma ausência maior do que a desejada, volto à blogosfera para exprimir a minha opinião sobre um tema controverso, as minorias étnicas e a violência urbana.
Tal como sucedeu num passado recente em França, surge agora o mesmo fenómeno na Grã-Bretanha.
Os actores embora diferentes apresentam situações comuns, são pertencentes às minorias étnicas, maioritariamente dependentes da segurança social, com demasiado tempo ocioso para poder vandalizar, roubar ou destruir o objecto da cobiça.
Deixando de parte a xenofobia ou o racismo primário, temos de constatar que é um facto que a Europa terá de mudar a sua politica social, deixar de lado os ideais sociais, esquerdistas e pseudo – vanguardista , em que aqueles que dessa politica beneficiam são aqueles mesmos que o querem destruir.
Memo no nosso cantinho à beira mar plantado, denota-se que a violência e delinquência tem por base os desenquadrados socialmente, os pertencentes ás minorias étnicas ou mesmo os emigrantes oriundos da pior expansão da Comunidade Europeia para leste.
Em África, não existindo essas ondas de violência por parte das minorias de pele clara, (sem qualquer conotação racista, entenda-se) existe e sente-se por todo o lado o pendor racista daquela intolerância pelos novos representantes dos antigos colonizadores. Quando na verdade, os principais culpados dos atrasos nos desenvolvimentos económico e social não dão a cara ou acusam terceiros para desviar atenções, ou criam distracções para intoxicação da opinião pública.
Mas se por acaso, vamos supor que teriam lugar acções violentas e destrutivas num pais qualquer na África a sul do Saara, imaginam o que sucederia?
Tal como no Médio Oriente, se continua a falar das novas cruzadas, e das antigas como se tivessem acontecido na semana anterior.
Por todo o lado se sentem manifestações contra as civilizações ocidentais, não isentas de pecados (como todas as outras existentes no mundo), mas só as culturas ocidentais, europeias e americana são consideradas os maus da fita. Precisamente aqueles que atribuem aos desamparados e desprotegidos, não nativos desses países, os benefícios dos estados sociais, que todos os nacionais não terão em grande parte acesso, não por lhes ser negado o acesso mas porque fazem uma coisa que a grande parte das minorias não fazem, trabalhar para o desenvolvimento da sua nação.
Entramos num dilema absoluto, de se querer proporcionar condições minimamente dignas de sobrevivência, com todas as implicações e pressões sobre a tão apregoada contenção de despesa pública, a ocorrer por toda a Comunidade Europeia, por outro lado a destruir aquilo que é o principal ideal das nossas democracias, as nossas propriedades, sejam elas móveis ou imóveis.
Será que devemos tolerar convidados em nossa casa (entenda-se país!) indivíduos que só querem destruir ou roubar aquilo que possuímos?
Com que direito um bando de insurrectos invejosos e violentos terá para destruir algo que é do domínio público ou privado?
Teremos de tomar atitudes mais drásticas e fechar as portas aos “desgraçadinhos” terceiro-mundistas e deixá-los a vandalizar os seus próprios países? Provavelmente isso seria desgraçadamente a construção dum castelo chamado Europa. Mas a história se encarrega de provar por acontecimentos cíclicos e repetitivos que as civilizações são sempre destruídas por culturas inferiores, e foram tantas civilizações absorvidas por outras menos evoluídas.
Para mim, justiça que seja justiça só seria feita com o pagamento integral dos prejuízos causados aos sectores públicos ou privados por parte daqueles que estragam, roubam ,pilham ou destroem tudo o que não lhes pertence. Ou isso, ou recambiá-los para o local das suas origens, quer sejam de segunda, terceira ou enésima geração.
Tal como nos dias de hoje, um individuo de pele clara (branco ou mesmo mulato) não é e nem pode ser africano… apesar de serem nascidos em África, só é africano aquele que tiver a característica étnica peculiar dos africanos, a pele negra.
E eu digo isto, porque sei!

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Desacatos feitos por encomenda

In Correio da Manhã de 23 de Maio de 2011
PS acusa interferência
A tensão está instalada. A presença da personagem Darth Vader, na versão ‘Vader do Fraque’, nas iniciativas do PS já levou a momentos de muita confusão.
Uma fonte da direcção de campanha socialista acusa: "É incompreensível que existam factores de perturbação e de provocação financiados não se sabe por quem, tendo em conta que uma operação destas tem custos elevados. Nunca isto aconteceu na democracia portuguesa, agentes que se assumem com ligações políticas a provocarem este tipo de situações, tentando mesmo interferir com militantes."
O PS só não especifica as ligações políticas. O último episódio ocorreu em Ourém, e o jovem que personifica a mítica figura da saga da ‘Guerras das Estrelas’ foi impedido de entrar no recinto em que estava José Sócrates. Os vídeos da passagem de ‘Vader do Fraque’ com facturas da governação socialista são publicados no blogue 31 de Armada. Alguns dos seus membros têm ou tiveram alguma ligação ao PSD.
Ao que apurou o Correio da Manhã, a equipa que acompanha ‘Vader do Fraque’ já foi avisada pela comitiva de que não se responsabiliza se houver desacatos, caso a estratégia seja a de seguir o líder do PS. (SIC)

E por aqui se pode constatar com uma certeza quase absoluta que os arruaceiros financiados com dinheiros públicos (ditos seguranças particulares) vão intervir a mando de alguém, que irá sacudir a água do seu capote, argumentando tratar-se de “desacatos populares”. Uma forma subtil de acção da democracia portuguesa, ou por outras palavras, na versão Coelhone, “Quem se mete com o PS, leva!”.